Dois deputados da UNITA já estão em liberdade depois de terem sido detidos ilegalmente. Polícia contraria as razões da detenção.
A direção da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o principal partido da oposição em Angola, acusa a Polícia Nacional no Cuanza Norte de ter detido ilegalmente os deputados Fernando Falua e João Quipipa, do círculo eleitoral da província. Os referidos deputados foram detidos quando participavam de uma manifestação para exigir a investigação da morte de camponesas idosas na provín
A direção da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), o principal partido da oposição em Angola, acusa a Polícia Nacional no Cuanza Norte de ter detido ilegalmente os deputados Fernando Falua e João Quipipa, do círculo eleitoral da província. Os referidos deputados foram detidos quando participavam de uma manifestação para exigir a investigação da morte de camponesas idosas na província.
Fernando Falua e Joaquim Quipipado já estão em liberdade. Os parlamentares foram soltos por decisão do juiz, após terem pernoitado nas celas do Comando Municipal de Cazengo. A Polícia Nacional deu conta, por seu lado, que os deputados em causa foram detidos por promover atos de arruaça e desordem pública.
Entretanto, uma delegação de 40 deputados do grupo parlamentar da UNITA, encabeçada pelo seu líder, Liberty Chiaka, deslocou-se na segunda-feira (17.02) à cidade de Ndalatando, no Cuanza Norte, para se solidarizar com os seus colegas de bancada e manter contato com as autoridades locais.
Falando num comício improvisado, Liberty Chiaka condenou a detenção dos seus colegas e apelou às autoridades de justiça a esclarecerem a morte das camponesas idosas na província.
“Ao povo do Cuanza Norte, [viemos] manifestar solidariedade às dezessete mamãs que foram assassinadas e também manifestar solidariedade aos deputados que foram ilegalmente detidos”, afirmou Chiaka.









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